«Não me resigno a que, quando eu morrer, o mundo
continue como se eu não tivesse vivido»
Pedro Arrupe, SJ

Goulart, de seu nome Luiz Miguel Goulart Bettencourt Moniz. Nasceu em 1963 em Angra do Heroísmo. Desde muito cedo que Lisboa é a sua cidade adoptiva.

Tem o desenho e a pintura como seu hobby desde 2012, altura em que aprendeu as regras básicas do desenho com Inês Mendes. Posteriormente foi aluno da pintora Fatima Mateus. Em 2014 e 2015 estudou desenho com a pintora Susana Chasse. Em 2016 é aluno de Luis Vieira Baptista e desde 2017 frequenta o atelier de Gabriel Garcia com o qual tem vindo a desenvolver novos caminhos autónomos.

Tem procurado desenvolver competências sentindo-se mais como aluno e aprendiz na procura de vários caminhos. Os temas que busca são do domínio espiritual e simbólico. A sua actividade profissional é na área do marketing e ensino.

About:

Goulart of his name, Luis Miguel Goulart Bettencourt Moniz was born in 1963 in Angra do Heroísmo. Lisbon has been his adoptive city since a child.

Drawing and painting are his main hobbies since 2012, the time where he learned the basic rules of the art of drawing with Inês Mendes. A student of the painter Fátima Mateus. In 2014 and 2015 he studied drawing with the painter Susana Chasse. In 2016 he learns under the wing of Luis Vieira Baptista and has been a regular in Gabriel Garcia’s atelier since 2017. With his guidance, Goulart has developed an autonomous path.

Goulart has been looking to develop new skills, feeling as a student in the search of multiple paths. Luis breaches in the spiritual and symbolic domain. He works in marketing and teaching.

email: goulart@goulartspace.com

email: luis.bettencourt.moniz@gmail.com

Linkedin: www.linkedin.com/in/luisbettencourtmoniz

facebook: https://www.facebook.com/lbmoniz

Instagram: https://www.instagram.com/luis_bettencourt_moniz/

Twitter: @LuisBmoniz

«Coloquei-te no meio do mundo para que daí possas olhar melhor tudo o que há no mundo. Não te fizemos celeste nem terreno, nem mortal nem imortal, a fim de que tu, árbitro e soberano artífice de ti mesmo, te plasmasses e te informasses, na forma que tivesses seguramente escolhido. Poderás degenerar até aos seres que são as bestas, poderás regenerar-te até às realidades superiores que são divinas, por decisão do teu ânimo», “Oratio de Hominis Dignitate”, Pico Della Mirandola, 1486

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